Reabrace essa emoção: Tracy Chapman — “Baby Can I Hold You”
Você também cresceu ouvindo Tracy Chapman “Baby Can I Hold You”? Como quem cresce aprendendo a respirar poesia.

Nos fins de tarde, quando o rádio parecia conversar com o coração, a voz de Tracy Chapman chegava suave, firme e profundamente humana — um convite ao afeto, ao perdão e à vulnerabilidade.
Para quem viveu o final dos anos 80, essa canção virou trilha de memórias: primeiros amores, despedidas difíceis e reconciliações silenciosas.
Curiosamente, muita gente na época achava que Tracy era um homem.
Sua voz grave, quente e sem ornamentos confundia ouvintes e locutores, que só descobriram a verdade ao vê-la no palco com seu violão simples e presença magnética.
Outra história pouco comentada é que a música nasceu de um rascunho quase descartado: Tracy Chapman a escreveu em poucos minutos, sem imaginar que se tornaria um hino atemporal sobre pedir e oferecer acolhimento.
Nos bastidores, ela recusou arranjos grandiosos; preferiu manter a intimidade acústica para que cada palavra parecesse um sussurro ao pé do ouvido.
Essa honestidade fez a canção atravessar décadas, emocionando novas gerações sem perder força.
Mais que um sucesso, é um abraço em forma de música — delicado, corajoso e inesquecível.
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